As quatro estações do Ano
| Planeta | Inclinação do eixo de rotação (º) |
| Mercúrio | 7 |
| Vénus | 177 * |
| Terra | 23.5 |
| Marte | 25 |
| Júpiter | 3 |
| Saturno | 27 |
| Urano | 98 * |
| Netuno | 30 |
| * Rotação retrógrada |
| Planeta | Inclinação do eixo de rotação (º) |
| Mercúrio | 7 |
| Vénus | 177 * |
| Terra | 23.5 |
| Marte | 25 |
| Júpiter | 3 |
| Saturno | 27 |
| Urano | 98 * |
| Netuno | 30 |
| * Rotação retrógrada |
| Outono | Inverno | Primavera |
| 20 Mar 2023 - 18:25h | 21 Jun 2023 - 11:58h | 23 Set 2023 - 03:50h |
Um eclipse solar é um fenômeno que ocorre quando a Lua se interpõe entre a Terra e o Sol, ocultando total ou parcialmente a sua luz numa estreita faixa na superfície terrestre, cuja largura não ultrapassa 270 quilômetros.
Eclipses lunares parciais: somente parte da sombra da Terra é projetada sobre a Lua;
Eclipses totais: toda a superfície lunar é coberta pela sombra da Terra.
A Superlua acontece quando a Lua está em sua máxima aproximação da Terra e, ao mesmo tempo, quando, em fase cheia, o lado que sempre vemos está todo iluminado.
O fenômeno da Superlua acontece sempre que a Lua ocupa o Perigeu, ou seja, posição mais próxima da Terra (cerca de 357.448 km).
Os meteoros são pequenos corpos celestes que se deslocam no espaço e entram na atmosfera da Terra, queimando parcial ou totalmente devido à ablação com a atmosfera terrestre e ao contato com moléculas de oxigênio. Este fenômeno deixa um risco luminoso no céu, que é popularmente chamado de “estrela cadente”.
Uma chuva de meteoros ocorre quando vários meteoros passam pelo céu noturno partindo aparentemente de um mesmo ponto: o radiante.
Já em janeiro, entre os fenômenos astronômicos, temos uma chuva de meteoros com pico nesta segunda-feira dia 03
O ano de 2022 começou com uma chuva de meteoros, com pico nesta segunda-feira (3). E não é só isso, tem programação o ano inteiro para os amantes do céu e das estrelas.
3 superluas;
2 eclipses solares parciais;
2 eclipses lunares totais;
chuvas de meteoros;
Janeiro
DIA 3
Os meteoros quadrantídeos são originários dos restos deixados pelo cometa 96P/Machholz e pelo asteroide 2003 EH1.
São melhor observados do hemisfério Norte, mas também dá para ver alguma atividade das latitudes brasileiras. Olhe para o Norte, na direção da estrela Arcturus, no final da madrugada.
DIA 4
O Sol está a uma distância média de 150 milhões de quilômetros da Terra, mas como nossa órbita é elíptica, essa distância varia um pouco ao longo do ano.
Às 3h52 atingiremos o periélio, o ponto mais próximo dessa trajetória. Mas não pense que o calorão é por causa disso: no hemisfério Norte, é o auge do inverno.
DIA 7
Observar o planeta Mercúrio é desafiador, pois o planeta está sempre próximo ao Sol. As melhores oportunidades são nas elongações máximas, ocasiões em que ele se distancia mais da nossa estrela.
Olhe para o Oeste até as 20h, abaixo de Saturno.
DIA 29
Durante a primeira metade de 2022, Marte só poderá ser observado na alta madrugada. Nas primeiras horas do sábado (29), a Lua minguante aparece próxima ao planeta.
Olhe para o Leste a partir das 4h.
As Superluas de 2022 acontecem nos dias 14 de junho, 13 de julho e 11 de agosto.
Outros eventos astronômicos em 2022
30 de abril: eclipse solar parcial
Um eclipse solar parcial ocorre quando a Lua cobre somente uma parte do disco solar no céu. Em 2022, haverá dois eclipses solares parciais.
O primeiro acontecerá no dia 30 de abril e será visível em todo o sul da América do Sul. Lembre-se de que você nunca deve olhar diretamente para o Sol sem filtros solares especiais.
16 de maio: eclipse lunar total
Um eclipse lunar total ocorre quando a Lua passa para a parte central da sombra da Terra, chamada umbra. Esse tipo de eclipse lunar é o mais espetacular, porque deixa a Lua vermelha.
Em 2022, haverá dois eclipses lunares totais. O primeiro dos dois ocorrerá em 16 de maio e será visível em toda a América do Norte, Groenlândia e partes da Europa Ocidental e África Ocidental.
13 de agosto: chuva de meteoros Perseidas
As Perseidas ou Perséiades são uma prolífica chuva de meteoros associada ao cometa Swift-Tuttle. São assim denominadas devido ao ponto do céu de onde parecem vir, o radiante, localizado na constelação de Perseus. As chuvas de meteoros ocorrem quando a Terra atravessa um rastro de meteoros.
As Perseidas são, provavelmente, a chuva de meteoros mais popular — pelo menos no Hemisfério Norte, onde atingem seu auge durante as noites quentes de verão.
Essa chuva é capaz de produzir até 100 meteoros por hora. Infelizmente, em 2022, as condições de observação estarão longe das ideais devido ao brilho da Lua Cheia no céu.
No entanto, alguns dos meteoros das Perseidas são tão brilhantes que seria possível vê-los de qualquer maneira.
Para avistar o máximo de meteoros, tente olhar a alguma distância do radiante da chuva, que está localizado na constelação de Perseu.
26 de setembro: Júpiter em oposição
A oposição ocorre quando um planeta está posicionado exatamente oposto ao Sol, conforme observado da Terra. Esse é o melhor momento para observar um planeta no céu.
Em 2022, o gigante gasoso Júpiter alcançará a oposição em 26 de setembro. Você poderá ver o planeta brilhante a olho nu; com um par de binóculos, conseguirá avistar as luas galileanas de Júpiter.
25 de outubro: eclipse solar parcial
Em 25 de outubro, vai ocorrer o segundo eclipse solar parcial de 2022. Ele será visível na maior parte da Europa, norte da África, Oriente Médio e parte ocidental da Ásia.
Será melhor visto a partir da Rússia central, com cerca de 75% de cobertura do disco solar.
8 de novembro: eclipse lunar total
Em 8 de outubro, vai ocorrer o segundo eclipse lunar total de 2022. Dessa vez, o eclipse será visível em todo o leste da Rússia, Japão, Austrália e partes do oeste e centro da América do Norte.
Para saber se um eclipse será visível a partir da sua localização, utilize o nosso aplicativo Eclipse Guide.
14 de dezembro: chuva de meteoros Geminídeas
As Gemínidas, Geminidas, ou Geminídeos, são chuvas de meteoros causadas pelo objeto 3200 Faetonte, que acredita-se ser um asteroide da família Palas, com uma órbita de "cometa rochoso". Isto faz das Gemínidas, junto com as Quadrântidas, as duas principais chuvas de meteoros que não se originam de um cometa.
As Geminídeas são um grande fluxo de meteoros que pode produzir até 150 meteoros por hora. Os meteoros das Geminídeas são muito brilhantes e têm uma grande variedade de cores: brancos, amarelos, vermelhos, azuis e verdes.
O radiante desse fluxo está localizado na constelação de Gêmeos. Se você mora no Hemisfério Norte, pode começar a procurar os meteoros antes da meia-noite, pois o radiante estará posicionado no alto do céu a partir das 22h00, horário local.
Os observadores do Hemisfério Sul terão que esperar até o meio da noite para ver os meteoros.
Com informações da Revista Galileu, diversos sites de pesquisa, fontes variadas de acordo com o evento astronômico.
Formação Estelar
As estrelas se formam a partir de uma grande nuvem de gás, chamada de nebulosa estelar, que vai se aglomerando e se tornando massiva, atraindo mais e mais gás para si.
Uma estrela nasce a partir de uma nuvem de gás e poeira do meio interestelar (meio entre as estrelas). As diferentes fases, desde uma nuvem interestelar até a fase final de evolução de uma estrela. Essa nuvem passa pela fase de contração gravitacional, e uma estrela vai nascer quando o núcleo do objeto atinge temperatura suficiente para transformar hidrogênio (H) em hélio (He) a partir das reações nucleares. Mais de uma estrela pode ser formada, dependendo da massa da nuvem inicial. Quando o objeto atinge o equilíbrio hidrostático, dizemos que ele é uma estrela da Sequencia Principal (SP). Se o objeto tem massa inicial menor do que 8% da massa do Sol, não chegará a queimar H em He e não se tornará uma estrela. Esse objeto recebe o nome de anã marrom.
O modelo mais comumente aceito é o seguinte: em primeiro lugar, você precisa começar com um aglomerado realmente denso de material em uma nuvem de gás molecular interestelar frio.
Futuro das estrelas
A matéria produzida após o Big-Bang pela expansão do Universo foi hidrogênio e hélio. As estrelas se formaram deste material primordial e usaram estes dois elementos como combustível para gerar energia, através de reações nucleares. Durante esta etapa as estrelas brilham e produzem os elementos químicos de maior número atômico, principalmente o carbono, o oxigênio, cálcio e o ferro, que são os principais elementos que nos formam e o mundo ao nosso redor.
Estes elementos são levados para a superfície das estrelas por convecção ou difusão radiativa, a partir da qual são dispersados por vento estelar ou ejetados para o meio interestelar quando uma estrela massiva explode.
Este material é então usado na formação de novas estrelas e seus planetas.
O destino final das estrelas, depois de consumir todo o seu combustível nuclear, depende de duas coisas: primeiro, se a estrela é simples ou faz parte de um sistema binário ou múltiplo, e 60% das estrelas faz; e segundo, de sua massa inicial. Se a estrela faz parte de um sistema binário ou múltiplo, sua evolução depende tanto da massa quanto da separação entre as estrelas, que determinará quando na evolução as estrelas interagirão.
Sol
A vida do Sol na seqüência principal está estimada em 10 bilhões de anos. Uma estrela de 0,1 massas solares levará 3 trilhões de anos para sair da seqüência principal. As estrelas mais massivas queimam o hidrogênio pelo ciclo CNO, e têm núcleo convectivo, mas atmosfera radiativa. Quando as estrelas consomem o hidrogênio no núcleo, que corresponde a aproximadamente 10% da sua massa total (50 000 km no Sol), elas saem da seqüência principal.
Quando o Sol atingir esta fase, daqui há mais de 5 bilhões de anos, a radiação solar atingindo a Terra será tão intensa que a temperatura na superfície da Terra atingirá 700 C, os oceanos ferverão, deixando a Terra seca. Mesmo a atmosfera se esvairá, pois os átomos e moléculas estarão se movendo a velocidades tão altas que escaparão da Terra. No centro do Sol, a temperatura atingirá 100 milhões de graus Kelvin, e a reação triplo-α, descoberta pela americano Edwin Ernest Salpeter (1925-2008), iniciará, combinando três núcleos de hélio (partículas α) em um núcleo de carbono [3m(4He)=1,00065 m(12C)].
Saiba mais sobre o Sol no artigo do blog: Sol
Futuro das Estrelas
O Sol será então uma gigante vermelha, transformando hélio em carbono no núcleo, e hidrogênio em hélio em uma fina camada mais externa. A massa do Sol não é suficiente para que a temperatura do núcleo alcance um bilhão de Kelvin, necessária para queimar o carbono. Desta forma, a estrutura final do Sol será de um pequeno núcleo de carbono e oxigênio, com uma camada externa de hélio, e outra mais externa de hidrogênio. O Sol descenderá então para a região das Anãs Brancas.
Quantos anos ainda temos pela frente?
O nosso Sol não tem massa suficiente para se transformar em uma estrela de Nêutrons, muito menos em um buraco negro, então se transformará em uma Anã Branca.
De acordo com esses estudos ainda temos 4,5 a 5 bilhões de anos pela frente, ou até que seu hidrogênio comece a esgotar e o seu tamanho invada as órbitas de alguns planetas mais próximos até chegar perto da órbita do planeta Marte. Extinguindo assim os planetas rochosos.
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| Força gravitacional é igual a constante gravitacional (G= 6,67 × 10-11 Nm/kg2 ) que multiplica o produto das massas dividido pela distância elevada ao quadrado. |
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| Campo elétrico e magnético de uma partícula em movimento. |
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| Força de interação entre as cargas elétricas, pode ser de atração (sinais diferentes) ou repulsão (sinais iguais). |
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O calor é a energia térmica que passa de um corpo com maior temperatura para outro com menor temperatura. Quando não há diferença de temperatura entre dois corpos, não existe calor.
A temperatura, por sua vez, é uma grandeza física a qual designa a energia cinética (movimento ou agitação) das moléculas e o estado térmico de um corpo (quente ou frio).
Quanto mais quente (alta temperatura) se apresenta o corpo, maior será sua energia cinética, ou seja, a agitação moléculas; e, quanto mais frio (baixa temperatura), menor será a agitação molecular.
E o menor estado de energia possível é no zero absoluto.
Lembrando que a matéria tem um grau de agitação natural.
No Sistema Internacional de Unidades (SI) a temperatura pode ser medida em Celsius (°C), Kelvin (K) ou Fahrenheit (°F).
No Brasil, a escala de temperatura utilizada é Celsius, cujo ponto de fusão da água apresenta o valor 0° e o ponto de ebulição 100°. Abaixo as três escalas e o seus pontos de fusão e ebulição:
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Escalas Termométricas e seus pontos de fusão e ebulição da água. |
É o que podemos identificar através do corpo, ou seja, dos sensores que temos na pele e está relacionada com frio e calor. A temperatura influencia diretamente com a sensação térmica, pois o corpo humano está a uma temperatura de aproximadamente 36ºC ou 36,5ºC, variando da interna do corpo para os membros mais externos (pontas dos dedos das mãos e dos pés).
Sem esses sensores não conseguiríamos saber se um prato de sopa está quente demais, se o café está em uma temperatura agradável e não nos queimaria a boca ao comer e beber. Esses sensores nos avisam antes mesmo de tocar na pele se está frio ou calor, quente ou gelado.
Sensação térmica ou temperatura aparente é a forma como os nossos sentidos percebem a temperatura do ar, e que pode diferenciar da temperatura real. Tal se deve a condicionantes climatéricos que afetam a transferência de calor entre o corpo e o ar: como são a umidade, a densidade e a velocidade do vento.
Numa escala progressiva, o zero absoluto é a temperatura de menor energia possível. Teoricamente, seria a temperatura na qual a entropia atingiria seu valor mínimo que, segundo a interpretação clássica, a energia cinética e térmica mutuamente equivalem a zero.